Economia Múltipla Escolha

A chegada da pandemia do novo coronavírus trouxe uma série de desafios para 2020. A economia como um todo sofreu: o PIB do Brasil chegou a registrar um tombo de 9,7% no segundo trimestre – o maior da história. A expectativa é que o mercado de trabalho encerre 2021 com resultados melhores do que os de 2020, mas os profissionais ainda vão encontrar desafios. Os economistas acreditam que a taxa de desemprego deverá subir e atribuem este crescimento a um fator econômicos. Assinale a alternativa que indica o fator corretamente.

A chegada da pandemia do novo coronavírus trouxe uma série de desafios para 2020. A economia como um todo sofreu: o PIB do Brasil chegou a registrar um tombo de 9,7% no segundo trimestre – o maior da história. A expectativa é que o mercado de trabalho encerre 2021 com resultados melhores do que os de 2020, mas os profissionais ainda vão encontrar desafios. Os economistas acreditam que a taxa de desemprego deverá subir e atribuem este crescimento a um fator econômicos. Assinale a alternativa que indica o fator corretamente.

  1. Recuperação econômica.
  2. Fim do auxílio emergencial.
  3. Liberação do FGTS.
  4. Falta de qualificação profissional
  5. Bloqueio do seguro desemprego.

Resolução completa

Explicação passo a passo

B
Alternativa B

Análise da Questão sobre Mercado de Trabalho e Pandemia

Introdução

A questão aborda os desafios do mercado de trabalho brasileiro durante o período pós-pandemia (2020-2021), especificamente sobre o fator econômico que poderia manter ou aumentar a taxa de desemprego.

Desenvolvimento

O contexto apresentado descreve uma situação econômica delicada:

  • PIB caiu 9,7% no segundo trimestre de 2020
  • Expectativa de recuperação em 2021, mas com desafios persistentes
  • Economistas previram aumento na taxa de desemprego

Para entender qual fator contribuiu para essa projeção, é necessário analisar as medidas governamentais adotadas durante a crise sanitária.

Análise

AlternativaAnáliseCorreta?
a. Recuperação econômicaA recuperação tende a REDUZIR o desemprego, não aumentá-lo
b. Fim do auxílio emergencialO fim dos benefícios reduz consumo → empresas contratam menos
c. Liberação do FGTSMedida de apoio ao trabalhador, não causa desemprego
d. Falta de qualificação profissionalFator estrutural de longo prazo, não específico da pandemia
e. Bloqueio do seguro desempregoNão foi política implementada nacionalmente neste período

Por que a alternativa B está correta?

Auxílio Emergencial funcionou como um mecanismo de proteção social que:

  • Manteve a renda das famílias durante a crise
  • Sustentou o consumo interno
  • Evitou demissões em massa enquanto as empresas aguardavam reabertura

Com o fim gradual do benefício (previsto para agosto/setembro de 2021):

  • Houve redução do poder de compra das famílias
  • Menor demanda por produtos e serviços
  • Empresas enfrentaram dificuldades para se recuperar
  • Potencial aumento de demissões ou congelamento de contratações

Conclusão

Alternativa B - Fim do auxílio emergencial

O término dos programas de transferência de renda durante a pandemia representou um desafio econômico significativo, pois reduziu a capacidade de consumo das famílias, afetando diretamente a atividade empresarial e, consequentemente, o nível de emprego no mercado de trabalho brasileiro.

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