Homem de 28 anos é atendido em Unidade Básica de Saúde com queixa de dor anal intensa, em pontada, durante e logo após as evacuações há cerca de 2 semanas, associada a sangramento vermelho-vivo de pequena monta no papel higiênico. Refere constipação habitual, com eliminação de fezes endurecidas. Nega febre, tumoração perianal, secreção purulenta ou episódios prévios semelhantes. Ao exame proctológico, observa-se laceração linear superficial no anoderma, na linha média posterior, de bordas nítidas e fundo avermelhado, sem plicoma sentinela ou sinais flogísticos. Após registrar o caso no prontuário eletrônico e discutir a conduta por meio do serviço de telessaúde, qual é a conduta inicial mais adequada para este paciente?
Homem de 28 anos é atendido em Unidade Básica de Saúde com queixa de dor anal intensa, em pontada, durante e logo após as evacuações há cerca de 2 semanas, associada a sangramento vermelho-vivo de pequena monta no papel higiênico. Refere constipação habitual, com eliminação de fezes endurecidas. Nega febre, tumoração perianal, secreção purulenta ou episódios prévios semelhantes. Ao exame proctológico, observa-se laceração linear superficial no anoderma, na linha média posterior, de bordas nítidas e fundo avermelhado, sem plicoma sentinela ou sinais flogísticos. Após registrar o caso no prontuário eletrônico e discutir a conduta por meio do serviço de telessaúde, qual é a conduta inicial mais adequada para este paciente?
- Orientar dieta rica em fibras, aumento da ingesta hídrica e banhos de assento, associados a analgesia.
- Indicar esfincterotomia lateral interna como tratamento de escolha para o quadro.
- Aplicar toxina botulínica no esfíncter anal interno para promover esfincterotomia química.
- Prescrever pomada de corticóide tópico para reduzir a inflamação local da lesão.