Lactente de 11 meses, pesando 9 kg, é levado à Unidade Básica de saúde com diarreia líquida há 3 dias, cerca de 8 evacuações ao dia, e dois episódios de vômito nas últimas 12 horas. Ao exame, encontra-se irritado, chorando com poucas lágrimas, olhos fundos e mucosas secas; bebe avidamente quando lhe oferecem líquido. O sinal da prega cutânea desfaz-se lentamente, em menos de 2 segundos, e o enchimento capilar é de 3 segundos. Está alerta, com pulsos cheios e simétricos. Considerando a classificação do estado de hidratação e as recomendações do Ministério da Saúde, qual é a conduta adequada?
Lactente de 11 meses, pesando 9 kg, é levado à Unidade Básica de saúde com diarreia líquida há 3 dias, cerca de 8 evacuações ao dia, e dois episódios de vômito nas últimas 12 horas. Ao exame, encontra-se irritado, chorando com poucas lágrimas, olhos fundos e mucosas secas; bebe avidamente quando lhe oferecem líquido. O sinal da prega cutânea desfaz-se lentamente, em menos de 2 segundos, e o enchimento capilar é de 3 segundos. Está alerta, com pulsos cheios e simétricos. Considerando a classificação do estado de hidratação e as recomendações do Ministério da Saúde, qual é a conduta adequada?
- Iniciar reidratação venosa com soro fisiológico 0,9% a 30 mL/kg na primeira hora, mantendo a criança em observação na unidade.
- Passar sonda nasogástrica e administrar soro de reidratação oral por gastrorcise contínua como primeira medida terapêutica.
- Oferecer soro de reidratação oral de osmolaridade reduzida, 50 a 100 mL/kg em 4 a 6 horas, em pequenos goles, mantendo o aleitamento materno.
- Orientar a oferta domiciliar de soro de reidratação oral após cada evacuação e suplementação de zinco, com alta e retorno se houver piora.