Homem de 34 anos, HIV positivo diagnosticado há 5 anos com tratamento antirretroviral irregular, é trazido ao pronto-socorro por familiares devido a alteração do comportamento e déficit motor à direita iniciados há 15 dias. Relata cefaleia holocraniana progressiva, episódios de confusão mental e dificuldade para movimentar o braço direito. Nega febre, mas familiares referem episódios de desorientação temporal. Antecedentes pessoais: abandono do tratamento há 8 meses, última contagem de CD4 de 89 células/mm³ (VR: 500–1.500 células/mm³), convive com felinos domésticos. Exame físico: consciente, orientado parcialmente, hemiparesia braquial direita 4/5, reflexos assimétricos, rigidez de nuca ausente, sem sinais meníngeos, edema de papila bilateral. Tomografia de crânio evidencia múltiplas lesões hipodensas com realce anelar após contraste, localizadas nos gânglios da base bilateralmente e lobo frontal esquerdo, com edema perilesional e efeito de massa discreto. Qual a conduta indicada neste momento?
Homem de 34 anos, HIV positivo diagnosticado há 5 anos com tratamento antirretroviral irregular, é trazido ao pronto-socorro por familiares devido a alteração do comportamento e déficit motor à direita iniciados há 15 dias. Relata cefaleia holocraniana progressiva, episódios de confusão mental e dificuldade para movimentar o braço direito. Nega febre, mas familiares referem episódios de desorientação temporal. Antecedentes pessoais: abandono do tratamento há 8 meses, última contagem de CD4 de 89 células/mm³ (VR: 500–1.500 células/mm³), convive com felinos domésticos. Exame físico: consciente, orientado parcialmente, hemiparesia braquial direita 4/5, reflexos assimétricos, rigidez de nuca ausente, sem sinais meníngeos, edema de papila bilateral. Tomografia de crânio evidencia múltiplas lesões hipodensas com realce anelar após contraste, localizadas nos gânglios da base bilateralmente e lobo frontal esquerdo, com edema perilesional e efeito de massa discreto. Qual a conduta indicada neste momento?