Homem de 56 anos comparece à unidade básica de saúde com disfagia progressiva para sólidos há cerca de 4 meses, relatando necessidade de mastigar bem e ingerir líquidos para auxiliar a passagem do alimento. Refere pirose retroesternal e regurgitação ácida há mais de 10 anos, tratadas de forma irregular com antiácidos comprados por conta própria. Chama atenção que a queimação retroesternal, antes diária, diminuiu nos últimos meses. Apresenta perda ponderal de 3 kg, que atribui à redução da ingestar alimentar. Nega tabagismo, etilismo e história familiar de neoplasia. Exame físico sem alterações relevantes. Considerando a evolução clínica, qual é a hipótese diagnóstica mais provável?
Homem de 56 anos comparece à unidade básica de saúde com disfagia progressiva para sólidos há cerca de 4 meses, relatando necessidade de mastigar bem e ingerir líquidos para auxiliar a passagem do alimento. Refere pirose retroesternal e regurgitação ácida há mais de 10 anos, tratadas de forma irregular com antiácidos comprados por conta própria. Chama atenção que a queimação retroesternal, antes diária, diminuiu nos últimos meses. Apresenta perda ponderal de 3 kg, que atribui à redução da ingestar alimentar. Nega tabagismo, etilismo e história familiar de neoplasia. Exame físico sem alterações relevantes. Considerando a evolução clínica, qual é a hipótese diagnóstica mais provável?
- Acalásia idiopática.
- Estenose péptica do esôfago.
- Esofagite eosinofílica.
- Anel esofágico de Schatzki.