Mulher de 34 anos, professora, procura a Unidade Básica de Saúde após mordida por um cão de rua há 3 horas. Relata que o animal apresenta comportamento agressivo e salivação excessiva, tendo desaparecido logo após o ataque. Ao exame físico, observam-se ferimentos profundos e múltiplos na mão direita, com sangramento ativo. A paciente nega vacinação antirrábica prévia. A região possui registro recente de raiva canina confirmada por laboratório. Após a lavagem exaustiva dos ferimentos com água corrente e sabão, a conduta profilática adequada para essa paciente é:
Mulher de 34 anos, professora, procura a Unidade Básica de Saúde após mordida por um cão de rua há 3 horas. Relata que o animal apresenta comportamento agressivo e salivação excessiva, tendo desaparecido logo após o ataque. Ao exame físico, observam-se ferimentos profundos e múltiplos na mão direita, com sangramento ativo. A paciente nega vacinação antirrábica prévia. A região possui registro recente de raiva canina confirmada por laboratório. Após a lavagem exaustiva dos ferimentos com água corrente e sabão, a conduta profilática adequada para essa paciente é:
- iniciar esquema vacinal antirrábico com 4 doses (dias 0, 3, 7 e 14) e observar o animal por 10 dias antes de decidir sobre o soro antirrábico.
- administrar soro antirrábico, infiltrando o máximo possível na ferida, e iniciar esquema vacinal antirrábico com 4 doses (dias 0, 3, 7 e 14).
- administrar soro antirrábico e iniciar esquema vacinal antirrábico com 4 doses (dias 0, 3, 7 e 14), suturando os ferimentos imediatamente após.
- iniciar esquema vacinal antirrábico com 4 doses (dias 0, 3, 7 e 14), reservando o soro antirrábico apenas se houver confirmação laboratorial de raiva no animal.