Mulher de 59 anos, com histórico de hipertensão arterial, apresenta quadro de desconforto torácico subesternal e dispneia há 2 horas, após receber a notícia de falecimento de um familiar. Ao exame físico: pressão arterial: 157 x 87 mmHg; frequência cardíaca: 93 bpm; oximetria de pulso normal; cardiopulmonar normal; extremidades sem edema. ECG: ritmo sinusal com inversão de onda T em parede anterior. Troponina T aumenta e chega a 1,23 ng/ml (normal: < 0,01). Angiografia coronariana percutânea é realizada: não há estenoses coronárias; ventriculografia esquerda demonstra grande região de acinesia apical e contração preservada na base. Considerando a principal hipótese diagnóstica, assinale a alternativa correta.
Mulher de 59 anos, com histórico de hipertensão arterial, apresenta quadro de desconforto torácico subesternal e dispneia há 2 horas, após receber a notícia de falecimento de um familiar. Ao exame físico: pressão arterial: 157 x 87 mmHg; frequência cardíaca: 93 bpm; oximetria de pulso normal; cardiopulmonar normal; extremidades sem edema. ECG: ritmo sinusal com inversão de onda T em parede anterior. Troponina T aumenta e chega a 1,23 ng/ml (normal: < 0,01). Angiografia coronariana percutânea é realizada: não há estenoses coronárias; ventriculografia esquerda demonstra grande região de acinesia apical e contração preservada na base. Considerando a principal hipótese diagnóstica, assinale a alternativa correta.
- A condição é mais frequente em mulheres na pós-menopausa.
- A mortalidade hospitalar média é de aproximadamente 15%.
- O ecocardiograma deverá mostrar acinesia apical após 6 meses.
- Um trombo coronário recanalizado é a etiologia mais provável.