O estudo de Lasevicius (2022) comparou protocolos com 30%1RM e 80%1RM, levados ou não até a falha muscular, em indivíduos destreinados. Apesar do volume load equalizado entre grupos de falha e não-falha, os resultados de hipertrofia foram marcadamente diferentes. Qual interpretação melhor explica esses achados?
O estudo de Lasevicius (2022) comparou protocolos com 30%1RM e 80%1RM, levados ou não até a falha muscular, em indivíduos destreinados. Apesar do volume load equalizado entre grupos de falha e não-falha, os resultados de hipertrofia foram marcadamente diferentes. Qual interpretação melhor explica esses achados?
- O volume load equalizado deveria resultar em hipertrofia similar, indicando falha metodológica no estudo
- A carga absoluta (80%1RM vs 30%1RM) foi o fator determinante, explicando totalmente as diferenças observadas
- A proximidade da falha muscular foi o fator crítico: o grupo 30%1RM que treinou até a falha obteve ~7,5% de hipertrofia enquanto o grupo não-falha teve ~2,5%, demonstrando que séries efetivas, não volume load, dirigem adaptações
- O grupo 30%1RM não-falha (14 RIR) compensou o menor estímulo por série através do maior volume load total
- Ambos os grupos de falha tiveram hipertrofia similar porque o volume load equalizado anula diferenças de intensidade