Alternativa E - É um método que consiste em decompor um programa em uma série de subprogramas individuais.
Análise Detalhada
A modularização é um pilar fundamental da engenharia de software e do desenvolvimento estruturado. Ela aplica o conceito de "dividir para conquistar", onde um sistema complexo é fragmentado em partes menores e independentes chamadas módulos.
Por que a Alternativa E está correta?
A definição exata de modularização é a divisão de um problema grande em subproblemas menores e manejáveis. Na programação, isso ocorre através da criação de:
- Funções (que retornam valores);
- Procedimentos (que realizam ações);
- Métodos (dentro de classes).
Essa estrutura permite que o programador foque em uma tarefa específica por vez, facilitando a leitura e a manutenção do código.
Por que as outras alternativas estão incorretas?
Abaixo, detalhamos os erros conceituais presentes nas demais opções:
- Alternativa A (Incorreta): Nem todo subprograma retorna um valor. Em muitas linguagens (como C ou Java), podemos ter
void (vazio) ou procedure, que realizam tarefas (ex: imprimir na tela, salvar arquivo) sem devolver nada ao programa principal. - Alternativa B (Incorreta): Isso viola o princípio de Encapsulamento. Variáveis definidas dentro de uma função possuem escopo local, significando que só existem enquanto a função está rodando e não são visíveis fora dela. Se fossem acessíveis globalmente, causaríamos conflitos de nomes e dependências indesejadas.
- Alternativa C (Incorreta): Variáveis declaradas no escopo do "programa inteiro" são chamadas de variáveis globais. Variáveis locais, como o próprio nome diz, pertencem ao escopo interno de uma função ou bloco de código.
- Alternativa D (Incorreta): A passagem de parâmetros pode ocorrer de várias formas. Embora a passagem por valor (copia da variável) seja comum, a passagem por referência (ponteiro ou endereço de memória) também existe e é amplamente utilizada para modificar a variável original diretamente.
Conclusão
A modularização visa justamente quebrar a complexidade. Ao transformar um monólito de código em subprogramas individuais (Alternativa E), ganhamos reutilização de código e facilidade para testar e corrigir erros isoladamente.