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Sobre os dispositivos lógicos programáveis (PLDs), o FPGA:

Sobre os dispositivos lógicos programáveis (PLDs), o FPGA:

  1. tem dois tipos básicos de componentes, denominados tabelas de consulta e matrizes de chaveamento.
  2. utiliza um chip com transistores pré-projetados, formando filas de portas lógicas.
  3. tem bibliotecas de portas ou de circuitos lógicos conhecidas como células.
  4. utiliza os arranjos de portas como componente principal, implementando circuitos sequenciais.
  5. tem, como princípio fundamental, o fornecimento de sinais elétricos aos sensores que monitoram as saídas de outras máquinas.

Resolução completa

Explicação passo a passo

A
Alternativa A

Alternativa A

Introdução
Os Dispositivos Lógicos Programáveis (PLDs) são circuitos integrados cuja funcionalidade pode ser alterada pelo usuário após a fabricação. Dentro dessa categoria, o FPGA (Field-Programmable Gate Array) destaca-se pela sua alta flexibilidade e capacidade de implementação de sistemas complexos.

Desenvolvimento
Para responder corretamente, é preciso compreender a arquitetura interna típica de um FPGA. Diferente de circuitos digitais fixos, o FPGA constrói suas funções lógicas dinamicamente a partir de elementos básicos reutilizáveis. Essa construção se baseia principalmente em duas estruturas físicas:

  1. Lógica Configurável: Implementada através de Tabelas de Consulta (LUTs). Cada LUT funciona como uma pequena memória que armazena a tabela verdade de uma função booleana, permitindo configurar qualquer porta lógica básica.
  2. Interconexão: Realizada por Matrizes de Chaveamento. Estas são redes de conexões programáveis que permitem ligar as tabelas de consulta entre si e conectar o circuito aos pinos externos.

Análise das Alternativas

  • Alternativa A (Correta): Descreve com precisão a arquitetura interna. As tabelas de consulta (LUTs) realizam a lógica e as matrizes de chaveamento realizam a conexão entre elas. Esta é a definição padrão da estrutura física de um FPGA em materiais técnicos.
  • Alternativa B: Incorreta. Falar em transistores "pré-projetados" sugere um circuito fixo (como um ASIC), onde a função é definida fisicamente durante a fabricação, limitando a reconfiguração.
  • Alternativa C: Menos precisa. Embora existam "células lógicas", a descrição de "bibliotecas de portas" remete mais ao nível de projeto de software (HDL) do que à característica física distintiva do hardware.
  • Alternativa D: Incorreta. "Arranjo de portas" (Gate Array) é uma tecnologia distinta e geralmente menos flexível que o FPGA. O FPGA permite programar tanto a lógica quanto o roteamento completamente.
  • Alternativa E: Incorreta. Esta opção descreve um sistema de aquisição de dados ou interface de sensores, não a definição do dispositivo lógico interno.

Conclusão
A alternativa A é a correta porque identifica os dois pilares tecnológicos que permitem a reconfigurabilidade do FPGA: a lógica baseada em memória (LUTs) e a interconexão programável (Matrizes de Chaveamento).

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