Ao prescrever uma prancha de Comunicação Suplementar e Alternativa, o terapeuta ocupacional deve ir além da seleção de imagens e pictogramas. Considerando o raciocínio clínico da profissão, qual deve ser a prioridade do TO para garantir que o recurso promova, de fato, o desempenho ocupacional?
Ao prescrever uma prancha de Comunicação Suplementar e Alternativa, o terapeuta ocupacional deve ir além da seleção de imagens e pictogramas. Considerando o raciocínio clínico da profissão, qual deve ser a prioridade do TO para garantir que o recurso promova, de fato, o desempenho ocupacional?
- Priorizar o uso de alta tecnologia e softwares de última geração, independentemente da demanda motora do paciente, visto que irá atrair maior a atenção da criança ou será mais valorizado pelo adulto.
- Focar na nomeação verbal ou apontar para os pictogramas para que a comunicação seja realizada.
- Garantir que o indivíduo utilize esses equipamentos como ferramentas de participação social, permitindo a expressão de desejos, necessidades e a interação efetiva em seus diversos contextos de vida, através de uma avaliação adequada da aceitabilidade, usabilidade e viabilidade do tipo de dispositivo.
- Realizar o treinamento da prancha somente com os mediadores (cuidadores, professores, equipe de saúde), visto que eles que irão utilizar a prancha para se comunicar com o cliente.
- Garantir uma avaliação adequada da aceitabilidade, usabilidade e viabilidade do tipo de dispositivo, de modo que o terapeuta ocupacional focará principalmente na linguagem e comunicação do cliente.