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O uso de criptografia no compartilhamento de informações secretas requer o compartilhamento de chave simétrica. Uma forma segura para um emissor enviar uma chave simétrica por meios de comunicação inseguros é criptografar essa chave com a:

O uso de criptografia no compartilhamento de informações secretas requer o compartilhamento de chave simétrica. Uma forma segura para um emissor enviar uma chave simétrica por meios de comunicação inseguros é criptografar essa chave com a:

  1. privada do emissor.
  2. privada do receptor.
  3. pública do emissor.
  4. pública do receptor.
  5. pública do emissor e a chave privada do receptor.

Resolução completa

Explicação passo a passo

D
Alternativa D

Alternativa D - Pública do receptor.

Introdução

A questão aborda um dos maiores desafios da criptografia simétrica: o problema de distribuição de chaves. Enquanto a criptografia simétrica é eficiente para proteger grandes volumes de dados, ela exige que remetente e destinatário compartilhem uma mesma chave secreta previamente. Se essa chave for enviada por um canal inseguro, corre o risco de ser interceptada.

Desenvolvimento

Para resolver esse problema sem necessidade de um encontro físico prévio, utiliza-se a criptografia assimétrica apenas na etapa de troca da chave simétrica. O processo funciona como um cofre digital onde apenas o dono possui a combinação.

O fluxo seguro padrão segue estas etapas:

  1. O remetente gera uma chave simétrica temporária.
  2. Para garantir que apenas o destinatário legítimo receba essa chave, ele a cifra utilizando a chave pública do destinatário.
  3. Como a criptografia assimétrica é baseada em pares matemáticos, apenas quem possui a chave privada correspondente pode decifrar o conteúdo cifrado pela chave pública.

Análise

Vamos analisar cada alternativa com base nos princípios de confidencialidade e autenticação:

  • Alternativa A (privada do emissor): Criptografar com a chave privada do remetente serve para assinatura digital, não para sigilo. Qualquer pessoa com a chave pública do remetente poderia ler a mensagem.
  • Alternativa B (privada do receptor): O remetente não tem acesso à chave privada do receptor, pois esta deve permanecer em segredo absoluto apenas com o destinatário.
  • Alternativa C (pública do emissor): Similar à alternativa A. Se o remetente usa sua própria chave pública, qualquer um pode decifrar. Não garante privacidade.
  • Alternativa D (pública do receptor): Correta. Ao usar a chave pública do receptor, o remetente garante que apenas o receptor (que detém a chave privada correspondente) conseguirá descriptografar a chave simétrica. Isso resolve o problema de segurança no canal inseguro.
  • Alternativa E (pública do emissor e a chave privada do receptor): Combinação desnecessária e tecnicamente incorreta para este cenário específico de entrega de chave.

Conclusão

Para enviar uma chave simétrica de forma segura por um meio inseguro, o remetente deve criptografá-la utilizando a chave pública do receptor. Assim, somente o receptor poderá recuperar a chave original usando sua chave privada.

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