Alternativas D e E - switching fragment-free e switching fast-forward
Introdução ao Switching Cut-Through
O switching cut-through é um método de comutação onde o switch inicia o envio de uma trama (frame) assim que lê o endereço de destino MAC, sem aguardar o recebimento completo da mensagem. Isso reduz significativamente a latência, mas não permite verificação completa de erros antes do envio.
Existem duas variações principais deste método listadas nas opções:
- Fast-forward: Encaminha imediatamente após ler o endereço de destino.
- Fragment-free: Espera os primeiros 64 bytes para evitar encaminhar colisões (fragmentos), mas ainda não espera o frame inteiro como no store-and-forward.
Análise das Opções
Abaixo está a análise técnica de cada alternativa apresentada na imagem:
- switching store-and-forward: Incorreto. É o oposto do cut-through. O switch recebe a trama inteira, verifica o CRC (erro) e só então encaminha. É mais seguro, mas tem maior latência.
- switching QOS: Incorreto. QoS (Quality of Service) refere-se à priorização de tráfego, não ao método físico de processamento da trama.
- switching CRC: Incorreto. CRC (Cyclic Redundancy Check) é o algoritmo de verificação de erro usado pelo método store-and-forward, não um método de comutação por si só.
- switching fragment-free: Correto. É uma forma híbrida de cut-through que evita encaminhar "runt frames" (tramas incompletas devido a colisões).
- switching fast-forward: Correto. É a forma mais pura de cut-through, focada na menor latência possível.
| Método | Latência | Verificação de Erros |
|---|
| Fast-forward | Mínima | Nenhuma |
| Fragment-free | Baixa | Parcial (64 bytes) |
| Store-and-Forward | Alta | Completa (CRC total) |
Conclusão
As duas opções que representam exemplos do método switching cut-through são switching fragment-free e switching fast-forward. Estas técnicas priorizam a velocidade de encaminhamento em detrimento da verificação completa de integridade da trama antes do envio.