Para considerar como a subjetividade participa do processo de criação discursiva, faz-se necessário que o analista do discurso recupere as formações ideológicas específicas a partir das quais um falante se posiciona. Torres Lima (2002, p. 4) sugere quatro perguntas pecheutianas que podem nos ajudar nesse processo: Quem sou eu para falar-lhe assim? Quem é ele para que eu me fale assim? Quem sou eu para que me fale assim? Quem é ele para que me fale assim? Respondendo a essas questões, seremos capazes de descrever as condições de produção do discurso do ponto de vista do falante. Esse conceito também pode ser chamado de:
Para considerar como a subjetividade participa do processo de criação discursiva, faz-se necessário que o analista do discurso recupere as formações ideológicas específicas a partir das quais um falante se posiciona. Torres Lima (2002, p. 4) sugere quatro perguntas pecheutianas que podem nos ajudar nesse processo:
- Quem sou eu para falar-lhe assim?
- Quem é ele para que eu me fale assim?
- Quem sou eu para que me fale assim?
- Quem é ele para que me fale assim?
Respondendo a essas questões, seremos capazes de descrever as condições de produção do discurso do ponto de vista do falante. Esse conceito também pode ser chamado de:
- Lugar discursivo.
- Contexto institucional.
- Condições materiais.
- Ilusão referencial.
- Sujeito psicológico.