A Reabilitação Virtual (RV) tem se tornado uma ferramenta crescente na prática da Terapia Ocupacional. No entanto, o uso de jogos comerciais ou ambientes virtuais imersivos não constitui, por si só, uma intervenção terapêutico-ocupacional. Para que a Reabilitação Virtual seja considerada uma estratégia legítima da TO, qual deve ser o foco principal do terapeuta ao prescrever essa tecnologia?
A Reabilitação Virtual (RV) tem se tornado uma ferramenta crescente na prática da Terapia Ocupacional. No entanto, o uso de jogos comerciais ou ambientes virtuais imersivos não constitui, por si só, uma intervenção terapêutico-ocupacional. Para que a Reabilitação Virtual seja considerada uma estratégia legítima da TO, qual deve ser o foco principal do terapeuta ao prescrever essa tecnologia?
- Priorizar o alcance de pontuações altas e o entretenimento do paciente, garantindo que o jogo seja finalizado com sucesso técnico.
- Utilizar a tecnologia como um recurso de muita repetição motora, desvinculada das atividades cotidianas do indivíduo;
- Analisar as demandas da atividade virtual e graduar o desafio de modo que ele estimule componentes de desempenho: motores, cognitivos e sensoriais transferíveis para as ocupações reais do paciente.
- Substituir completamente as atividades manuais e artesanais por “softwares de games”, visto que a tecnologia é sempre mais eficaz que os métodos tradicionais.
- Analisar as demandas da atividade virtual e graduar o desafio de modo que ele estimule componentes de desempenho: motores, cognitivos e sensoriais, em relação com as ocupações reais do paciente.