A tecnologia não é nova, mas está cada vez mais avançada. O conceito foi desenvolvido na década de 1960 por Woodrow "Woody" Bledsoe para a Panoramic Research e, até hoje, os preceitos são os mesmos: boa parte dos sistemas ainda aposta em imagens 2D, já que a maioria dos bancos de dados de referência tem apenas esse tipo de foto. Ela é, portanto, uma forma de autenticação biométrica que permite confirmar uma identidade. O processo de identificação usa as medidas do formato e da estrutura facial, que são únicas para cada indivíduo. A começam os problemas: embora seja bastante interessante, ela pode ser controversa. É essa a tecnologia usada no Facebook para sugerir marcações em fotos — e quem tem irmãos sabe que o sistema pode ser bastante falho na tarefa de diferenciar pessoas com características comuns. Isso porque informações-chave das imagens (como o tamanho e o formato de nariz, boca e olhos. bem como a distância entre diferentes pontos da face) são comparadas com um banco de dados. Há até quem tenha processado a rede social por ter sido identificado biometricamente sem ser informado. Disponível em: <https://olhardigital.com.br/noticia/reconhecimento-facial-o-que-se-pode-esperar-dele/84009>. (Adaptado) Entre as possibilidades promovidas pelo desenvolvimento de novas tecnologias de autenticação biométrica, o texto destaca:
A tecnologia não é nova, mas está cada vez mais avançada. O conceito foi desenvolvido na década de 1960 por Woodrow "Woody" Bledsoe para a Panoramic Research e, até hoje, os preceitos são os mesmos: boa parte dos sistemas ainda aposta em imagens 2D, já que a maioria dos bancos de dados de referência tem apenas esse tipo de foto.
Ela é, portanto, uma forma de autenticação biométrica que permite confirmar uma identidade. O processo de identificação usa as medidas do formato e da estrutura facial, que são únicas para cada indivíduo. A começam os problemas: embora seja bastante interessante, ela pode ser controversa.
É essa a tecnologia usada no Facebook para sugerir marcações em fotos — e quem tem irmãos sabe que o sistema pode ser bastante falho na tarefa de diferenciar pessoas com características comuns. Isso porque informações-chave das imagens (como o tamanho e o formato de nariz, boca e olhos. bem como a distância entre diferentes pontos da face) são comparadas com um banco de dados. Há até quem tenha processado a rede social por ter sido identificado biometricamente sem ser informado.
Disponível em: <https://olhardigital.com.br/noticia/reconhecimento-facial-o-que-se-pode-esperar-dele/84009>. (Adaptado)
Entre as possibilidades promovidas pelo desenvolvimento de novas tecnologias de autenticação biométrica, o texto destaca:
- a auditoria das ações públicas por meio da fiscalização remota.
- o armazenamento de dados entre órgãos governamentais e privados.
- a obtenção de informações por meio de traços faciais singulares.
- a distinção de postagens vinculadas às redes sociais, como o Facebook.
- a disponibilidade de recursos de publicidade com base em expressões faciais.