Durante o século XX, as concepções de Estado tiveram alguma variação. Oscilaram entre concepções mais autoritárias e centralizadoras até as mais libertárias ou mesmo descentralizadas. Foram do totalitarismo ao anarquismo, passando pelo Estado de bem-estar até o Estado mínimo. Em cada um dos casos, sempre houve teorias a constituir elaboradas justificativas em defesa de cada modelo. Com exceção da utopia anarquista, experiências concretas não faltaram, a deixar suas marcas na história e as possibilidades de que se tenha aprendido com elas. Nessa perspectiva, o que seria o Estado de bem-estar social?
Durante o século XX, as concepções de Estado tiveram alguma variação. Oscilaram entre concepções mais autoritárias e centralizadoras até as mais libertárias ou mesmo descentralizadas. Foram do totalitarismo ao anarquismo, passando pelo Estado de bem-estar até o Estado mínimo. Em cada um dos casos, sempre houve teorias a constituir elaboradas justificativas em defesa de cada modelo. Com exceção da utopia anarquista, experiências concretas não faltaram, a deixar suas marcas na história e as possibilidades de que se tenha aprendido com elas. Nessa perspectiva, o que seria o Estado de bem-estar social?
- Expressa a ideia de que quanto menor for a intervenção do Estado na vida privada das pessoas e na economia, melhor.
- Como sugere o nome, o Estado protetor, empenhado na distribuição da riqueza social através de políticas públicas de transferência de rendas, incluindo sociais na saúde e na educação.
- Defende a extinção do Estado, sugerindo que toda forma de poder é uma forma de usurpação, de dominação ilegítima e deve ser negada.
- Expressa a máxima centralização do poder e a minimalização das liberdades. É o Estado do medo, retratado e justificado notavelmente na obra “O Leviatã”, de Thomas Hobbes.