As crises econômicas geradas pela quebra da Bolsa de Valores de Nova York, fizeram com que governantes como Franklin Doolano Roosevelt nos EUA (1933) e William Henry Beveridge na Inglaterra (1942), colocassem em ação planos econômicos e políticos que mudaram os destinos do capitalismo internacional, cujas práticas foram endossadas por um dos maiores economistas do século XX, John Maynard Keynes (1883 – 1946). De acordo com o estabelecido na Rota da Disciplina: Espaço geográfico, economia e comércio exterior, seus estudos individuais e na bibliografia, sobre obre essas práticas, dentre as afirmativas apresentadas a seguir, é correto afirmar que:
As crises econômicas geradas pela quebra da Bolsa de Valores de Nova York, fizeram com que governantes como Franklin Doolano Roosevelt nos EUA (1933) e William Henry Beveridge na Inglaterra (1942), colocassem em ação planos econômicos e políticos que mudaram os destinos do capitalismo internacional, cujas práticas foram endossadas por um dos maiores economistas do século XX, John Maynard Keynes (1883 – 1946). De acordo com o estabelecido na Rota da Disciplina: Espaço geográfico, economia e comércio exterior, seus estudos individuais e na bibliografia, sobre obre essas práticas, dentre as afirmativas apresentadas a seguir, é correto afirmar que:
- Essas práticas visavam a alteração do sistema econômico capitalista cujo objetivo era gerar um modelo de estado de bem estar social e igualitário, nos moldes dos países socialistas.
- Essas práticas tinham como objetivo resgatar os valores liberais do capitalismo social, garantindo uma sociedade igualitária e preservar os valores da emancipação humana destruídos pela crise econômica de 1929.
- Essas práticas tinham como objetivo aumentar o desenvolvimento econômico, promover avanços significativos na qualidade de vida dos trabalhadores. Além disso, tinha como objetivo preservar o sistema capitalista, mas, com forte intervenção do Estado.
- Essas práticas aproximaram os Estados Unidos e a Inglaterra a um modelo de capitalismo próximo ao modelo socialista, onde o Estado é o proprietário dos meios de produção e intervém na economia.