Alternativa B
Esta questão aborda práticas essenciais de segurança digital e prevenção contra fraudes, especificamente o chamado "Golpe da Selfie". O objetivo é identificar qual ação compromete a segurança do usuário em vez de protegê-la.
O Golpe da Selfie ocorre quando criminosos tentam obter imagens ou vídeos dos usuários para burlar sistemas de verificação de identidade, como reconhecimento facial em aplicativos bancários. Para evitar isso, é crucial manter todas as barreiras de segurança ativas e seguir boas práticas de higiene digital.
Analise
Vamos analisar cada alternativa para verificar se ela contribui para a proteção ou não:
- Monitorar as contas regularmente: Esta é uma prática recomendada. Acompanhar extratos e logins ajuda a identificar acessos não autorizados rapidamente. Portanto, é uma forma de proteção.
- Desativar a autenticação em duas etapas: Esta ação remove uma camada vital de segurança. A autenticação em duas etapas (2FA) exige um segundo fator (como um código SMS ou biometria) além da senha. Desativá-la facilita o acesso de invasores. Logo, não é uma forma de proteção.
- Nunca compartilhar dados sensíveis: Compartilhar fotos, senhas ou códigos com desconhecidos é perigoso. Manter esses dados privados é fundamental para a segurança. Portanto, é uma forma de proteção.
- Desconfiar de contatos inesperados: Criminosos frequentemente iniciam contatos por chamadas ou mensagens estranhas. Ter cautela e verificar a origem do contato previne golpes. Portanto, é uma forma de proteção.
Conclusao
A única opção que enfraquece a segurança da conta e aumenta o risco de fraude é desativar recursos de proteção adicionais. As outras três alternativas representam comportamentos proativos de defesa cibernética.
Portanto, a resposta correta é Alternativa B.