A visão socioantropológica da surdez implica outra forma de entendê-la e das pessoas surdas, compreendendo-as como um grupo minoritário que necessita de uma cultura visual para entendimento do mundo. O que se traduz pelo reconhecimento e utilização da língua de sinais por pessoas que trabalham e pesquisadoras Carol Padden, a diferença entre a comunidade surda e a cultura surda está no fato de a comunidade surda ser mais aberta, pois pode agregar também o ouvinte e a cultura surda ser mais fechada. Com embasamento nesta pesquisa, pode-se definir que ser SURDO é:
A visão socioantropológica da surdez implica outra forma de entendê-la e das pessoas surdas, compreendendo-as como um grupo minoritário que necessita de uma cultura visual para entendimento do mundo. O que se traduz pelo reconhecimento e utilização da língua de sinais por pessoas que trabalham e pesquisadoras Carol Padden, a diferença entre a comunidade surda e a cultura surda está no fato de a comunidade surda ser mais aberta, pois pode agregar também o ouvinte e a cultura surda ser mais fechada. Com embasamento nesta pesquisa, pode-se definir que ser SURDO é:
- optar por não ouvir, conviver somente com a comunidade surda.
- saber que pode-se aprender e se comunicar em LIBRAS e em português na modalidade escrita, e assumir sua identidade surda.
- assumir o uso do aparelho auditivo.
- ter a capacidade de escolher qual das línguas é mais adequada para comunicar.
- não assumir as suas necessidades de se comunicar em LIBRAS.