Pensar na surdez, a partir de uma perspectiva sociocultural e linguística, proporciona ao ouvinte algumas experiências comunicacionais que não são tão habituais e perceptivas nas línguas orais. Pode-se pensar nas experiências visuais ou o uso da Libras. Pensando nisso, o que precisa ser levado em conta, principalmente por ouvintes que usam a língua de sinais como sua segunda língua, mas também por surdos?
Pensar na surdez, a partir de uma perspectiva sociocultural e linguística, proporciona ao ouvinte algumas experiências comunicacionais que não são tão habituais e perceptivas nas línguas orais. Pode-se pensar nas experiências visuais ou o uso da Libras. Pensando nisso, o que precisa ser levado em conta, principalmente por ouvintes que usam a língua de sinais como sua segunda língua, mas também por surdos?
- Os ouvintes precisam se preocupar com as expressões faciais e corporais, pois elas não fazem tanto sentido na composição da informação e não agregam ao nada aos surdos.
- Os surdos, normalmente, não buscam a compreensão das informações por meio das expressões faciais e corporais do ouvinte. Eles são apenas como um complemento na comunicação.
- Na língua de sinais, diferente das línguas orais, a entonação é perceptível, pois não existem recursos que possam passar esses aspectos para o surdo.
- Tanto surdos, quanto ouvintes, devem se posicionar de forma que as expressões faciais possam ser compreendidas, principalmente por eles serem elementos fundamentais da Libras.
- A compreensão da Libras se dá, de uma melhor forma, quando o ouvinte sinaliza de forma robotizada, ou seja, permanece parado no mesmo lugar sem se movimentar, sem usar expressões.