Em se tratando da implementação da Base Nacional Comum Curricular, podemos dizer que, apesar de apresentar diretrizes apenas para a Língua Inglesa, conta com orientações pedagógicas contextualizadas e atuais, com traços de interdisciplinaridade e trabalhos com a transversalidade. Todavia se não houver qualidade na formação inicial e continuada, as abordagens dos conteúdos propostos na base tendem a ser falhas, pois o documento propõe, já na segunda versão, um ensino baseado em educação linguística, interculturalidade e letramentos, resultando no desenvolvimento das competências das práticas de linguagem. Sobre o ensino de outros idiomas, que não sejam a língua inglesa, como o professor deve proceder para ensiná-los?
Em se tratando da implementação da Base Nacional Comum Curricular, podemos dizer que, apesar de apresentar diretrizes apenas para a Língua Inglesa, conta com orientações pedagógicas contextualizadas e atuais, com traços de interdisciplinaridade e trabalhos com a transversalidade. Todavia se não houver qualidade na formação inicial e continuada, as abordagens dos conteúdos propostos na base tendem a ser falhas, pois o documento propõe, já na segunda versão, um ensino baseado em educação linguística, interculturalidade e letramentos, resultando no desenvolvimento das competências das práticas de linguagem.
Sobre o ensino de outros idiomas, que não sejam a língua inglesa, como o professor deve proceder para ensiná-los?
- O professor deve seguir os métodos e práticas que aprendeu em sua formação inicial.
- O professor deve seguir os modelos propostos por documentos anteriores.
- O professor deve adaptar os ideais e habilidades propostas na BNCC para a língua inglesa e portuguesa no ensino de outras línguas.
- Cabe à escola o papel de decidir os conteúdos e metodologias que serão trabalhados no ensino de idiomas diferentes do inglês.
- Por não ser mais obrigatório, o ensino de outras línguas é responsabilidade do professor, o qual terá autonomia para decidir as melhores abordagens.