Alternativa B - A relação dela com a equipe é marcada pela fragilidade diante de uma situação traumática que viveu.
Análise da Questão
Esta questão aborda conceitos de comportamento organizacional e gestão de pessoas, especificamente como o histórico pessoal interfere na liderança atual.
- Diagnóstico do Cenário: Alanys apresenta um comportamento defensivo. Ela projeta falhas passadas em colaboradores presentes, impedindo a construção de vínculos saudáveis.
- Conceito Chave: Isso ilustra como experiências negativas não resolvidas podem gerar vulnerabilidade emocional ou "bagagem emocional", afetando a capacidade de julgamento profissional.
Justificativa Didática
A alternativa correta identifica a causa raiz do comportamento da gerente:
- Fator Psicológico: As "decepções com antigos funcionários" funcionaram como um evento estressante ou traumático para ela.
- Impacto Atual: Essa dor do passado criou uma barreira de desconfiança ("fragilidade") que impede a gestão eficaz com a equipe atual.
- Liderança Emocional: Uma liderança madura reconhece esses sentimentos para superá-los, em vez de agir cegamente por eles.
Por que as outras alternativas estão incorretas:
| Alternativa | Por que é incorreta? |
|---|
| Primeira Opção | Afirma que agir sem confiança é "sensato". Na verdade, a falta crônica de confiança prejudica a produtividade e o clima organizacional. |
| Terceira Opção | Sugere apenas que ela deva continuar trabalhando sem confiança. Embora seja uma realidade, a opção B oferece uma análise mais profunda sobre o motivo dessa postura. |
Conclusão
A postura de Alanys é compreensível do ponto de vista humano, mas problemática para a gestão. Reconhecer essa fragilidade é o primeiro passo para que ela possa trabalhar sua autoconsciência e reconstruir a confiança de forma saudável com a nova equipe.