A cultura escolar, historicamente, configurou-se na ênfase da questão da igualdade, o que significou, na prática, a afirmação da hegemonia da cultura ocidental europeia e a ausência no currículo e em outras práticas educativas, de outras vozes, particularmente referidas às culturas originárias do Continente, à cultura negra e de outros grupos étnicos marginalizados de nossa sociedade. Problematizar esta questão, evitando generalizações sobre um hipotético conhecimento universal, pode significar o ponto de partida fundamental para a:
A cultura escolar, historicamente, configurou-se na ênfase da questão da igualdade, o que significou, na prática, a afirmação da hegemonia da cultura ocidental europeia e a ausência no currículo e em outras práticas educativas, de outras vozes, particularmente referidas às culturas originárias do Continente, à cultura negra e de outros grupos étnicos marginalizados de nossa sociedade. Problematizar esta questão, evitando generalizações sobre um hipotético conhecimento universal, pode significar o ponto de partida fundamental para a:
- Conquista do direito à educação e a permanência do aluno na escola
- Participação efetiva do aluno na organização geral da escola
- Construção plural de um currículo
- Conquista de uma escola realmente democrática
- Valorização dos profissionais do ensino