Longe de ser um processo simples e previsível, a formação sexual determinada pelos genes pode levar a pessoa a várias trajetórias de desenvolvimento indiferentes a qualquer tradição ou ideologia cultural humanas. Por outro lado, a noção de sexualidade pode ser determinada pelo modo como os indivíduos vivenciam e lidam com seus desejos e práticas sexuais. Nesse sentido, podemos definir o gênero como:
Longe de ser um processo simples e previsível, a formação sexual determinada pelos genes pode levar a pessoa a várias trajetórias de desenvolvimento indiferentes a qualquer tradição ou ideologia cultural humanas. Por outro lado, a noção de sexualidade pode ser determinada pelo modo como os indivíduos vivenciam e lidam com seus desejos e práticas sexuais. Nesse sentido, podemos definir o gênero como:
- O modo como o indivíduo se percebe, se enxerga, se reconhece, se identifica, se sente e se aceita quanto aos atributos cognitivos (conceitos, valores, atitudes, autoimagem e autoconceito) e comportamentais (modos de agir, falar, vestir, trabalhar, hábitos) tipicamente masculinos ou femininos que desenvolveu, independentemente do sexo anatômico.
- A construção social dos papéis, gostos, interesses, valores, modos de falar e vestir atribuíveis ao masculino e ao feminino, com os quais nos identificamos durante a convivência com pessoas detentoras de tais características.
- O termo foi criado para se referir à descrição anatômica, portanto, para identificação da natureza masculina ou feminina daqueles que possuem genitais e estruturas corporais de macho ou fêmea biológicos, respectivamente.
- Aqueles que se atraem pelo sexo oposto ao dele.
- Aqueles cuja mutação genética lhes confere os dois órgãos sexuais.