Para Amaral (1995), a deficiência secundária refere-se a fatores extrínsecos, responsável principal pelo impedimento do desenvolvimento do indivíduo, que se torna aprisionado na rede das significações sociais, com seu rol de consequências, como atitudes, preconceitos, estereótipos, que culminam legitimando a diferença. Assim, segundo a autora o preconceito nada mais é que:
Para Amaral (1995), a deficiência secundária refere-se a fatores extrínsecos, responsável principal pelo impedimento do desenvolvimento do indivíduo, que se torna aprisionado na rede das significações sociais, com seu rol de consequências, como atitudes, preconceitos, estereótipos, que culminam legitimando a diferença. Assim, segundo a autora o preconceito nada mais é que:
- uma atitude favorável ou desfavorável, positiva ou negativa, anterior a qualquer conhecimento, ou seja, neste sentido o desconhecimento é a matéria prima do preconceito, que contribui de forma considerável para a manutenção das atitudes preconceituosas e das leituras estereotipadas tanto sobre a diferença como, principalmente, a deficiência. Gerando distorções acerca da deficiência e da própria pessoa com deficiência.
- hoje ainda vemos situações de ataque frente o diferente, por exemplo, o ataque a homossexuais, índios e mendigos.
- diante do deficiente também temos atitudes de preconceito, à medida que os consideramos como vilões (culpando-os pela sua deficiência) ou como vítimas ou coitadinhos.
- pessoas com deficiência\diferença são vistas como um fenômeno, fazendo com que os membros da sociedade sintam-se ameaçados, daí a necessidade de defender-se, atacando as pessoas que os ameaçam, por esta razão, ao longo da história da humanidade, eles foram sacrificados e exterminados
- rejeição e negação, em que tentamos mascarar a realidade (diferença\ deficiência), causando prejuízo ao diferente, à pessoa com deficiência, aos seus familiares e até mesmo aos profissionais que atuam junto a elas.