Administração Pública Múltipla Escolha

Tendo como base o material didático disponibilizado neste Curso de Condutor de Veículos de Emergência, em especial, o Módulo 4, referente a Relacionamento Interpessoal, responda o que se pede: Uma das peculiaridades do trabalho na área da segurança pública, trabalham na área operacional, na “linha de frente”, é estar constantemente e cotidianamente “arrisando a própria pele”. Este conceito filosófico implica que:

Tendo como base o material didático disponibilizado neste Curso de Condutor de Veículos de Emergência, em especial, o Módulo 4, referente a Relacionamento Interpessoal, responda o que se pede:

Uma das peculiaridades do trabalho na área da segurança pública, trabalham na área operacional, na “linha de frente”, é estar constantemente e cotidianamente “arrisando a própria pele”. Este conceito filosófico implica que:

  1. Durante este trabalho, nós conseguimos, facilmente, transferir o risco de nossas ações para outras pessoas.
  2. Os servidores que estão trabalhando na atividade-fim na área de segurança pública, não têm a possibilidade de transferir os riscos de suas ações para outras pessoas.
  3. O trabalho na área de segurança pública é feito por pessoas que não têm amor-próprio.
  4. O trabalho na área de segurança pública é uma atividade livre de riscos e preocupações.

Resolução completa

Explicação passo a passo

B
Alternativa B

Alternativa B

A questão aborda a natureza intrínseca do trabalho policial e de segurança pública, focando no conceito de responsabilidade direta sobre a vida do servidor. Quando se diz que o profissional está "arriscando a própria pele", refere-se à exposição direta e inevitável aos perigos físicos da função.

Análise Detalhada

  • Interpretação do Texto: A expressão "arriscando a própria pele" indica que o agente assume o risco de forma pessoal. Diferente de funções administrativas onde erros podem ser corrigidos ou responsabilidades delegadas, na operação de campo, o perigo é imediato e afeta diretamente quem executa a ação.
  • Por que a Alternativa B está correta: Ela afirma que não há possibilidade de transferir os riscos. Isso condiz perfeitamente com o enunciado, pois se você está arriscando a sua própria vida, você não pode passar esse risco para outra pessoa; ele é seu.
  • Por que a Alternativa A está incorreta: Sugere que o risco pode ser transferido facilmente, o que contradiz a ideia de "própria pele". Se o risco fosse transferível, ninguém estaria realmente arriscando a própria integridade física.
  • Por que a Alternativa C está incorreta: Implica que os servidores agem por falta de autoestima ou amor-próprio. Na realidade, a disposição de enfrentar o risco decorre do sentido de dever e missão, não de desprezo pela própria vida.
  • Por que a Alternativa D está incorreta: Afirma que a atividade é livre de riscos, o que é factualmente falso para qualquer contexto de segurança pública.

Em resumo, a peculiaridade desse trabalho é a não transferibilidade do risco, tornando a atuação na linha de frente uma experiência profundamente pessoal e exigente.

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