De acordo com Martins (2010, p. 196), “no Ponto de Equilíbrio Econômico, receitas menos custos e despesas dão como resultado o custo de oportunidade do Capital Próprio empregado.” É uma visão de remuneração equivalente àquela que um investidor teria se tivesse aplicado o capital no mercado. A partir dessas informações e do conteúdo estudado a respeito do Ponto de Equilíbrio Econômico (PEE), pode-se afirmar que, em relação aos Pontos de Equilíbrio Contábil (PEC) e Financeiro (PEF), o PEE é mais:
De acordo com Martins (2010, p. 196), “no Ponto de Equilíbrio Econômico, receitas menos custos e despesas dão como resultado o custo de oportunidade do Capital Próprio empregado.” É uma visão de remuneração equivalente àquela que um investidor teria se tivesse aplicado o capital no mercado. A partir dessas informações e do conteúdo estudado a respeito do Ponto de Equilíbrio Econômico (PEE), pode-se afirmar que, em relação aos Pontos de Equilíbrio Contábil (PEC) e Financeiro (PEF), o PEE é mais:
- Fácil, pois não precisa calcular a margem de segurança.
- Complexo, porque inclui uma correção monetária.
- Complexo, já que depende de informações externas da empresa.
- Simples, porque inclui uma correção monetária.
- Complexo, visto que configura desembolso financeiro da empresa.