Biologia — Genética Múltipla Escolha

A intolerância hereditária à frutose é uma condição que impede a digestão do dissacarídeo frutose que, por fim, acaba se acumulando no intestino, sendo fermentada pela microbiota intestinal e causando desconfortos. A transmissão dessa anomalia pode ocorrer a partir dos pais afetados que terão todos os filhos e filhas afetados, mas também de pais saudáveis que podem ter 1/4 dos seus filhos e filhas afetados. O padrão de transmissão desta anomalia parece ser:

A intolerância hereditária à frutose é uma condição que impede a digestão do dissacarídeo frutose que, por fim, acaba se acumulando no intestino, sendo fermentada pela microbiota intestinal e causando desconfortos. A transmissão dessa anomalia pode ocorrer a partir dos pais afetados que terão todos os filhos e filhas afetados, mas também de pais saudáveis que podem ter 1/4 dos seus filhos e filhas afetados. O padrão de transmissão desta anomalia parece ser:

  1. autossômico recessivo.
  2. autossômico dominante.
  3. ligado ao X dominante.
  4. ligado ao X recessivo.
  5. ligado ao Y dominante.

Resolução completa

Explicação passo a passo

B
Alternativa B

Alternativa B - autossômico dominante

Introdução

A questão descreve uma anomalia hereditária relacionada à intolerância ao frutose, com transmissão que afeta filhos e filhas igualmente. Para identificar o modo de herança, é necessário analisar as características da transmissão.

Desenvolvimento

  • Autossômico dominante: Caracteriza-se por que a anomalia é transmitida de pais afetados para os filhos, com chance de 50% por geração (pois o gene está no cromossomo autossômico, não no sexo). Ambos os sexos são igualmente afetados.
  • Autossômico recessivo: Requer que os pais sejam portadores (heterozigotos) para que 25% dos filhos sejam afetados. Não se encaixa, pois a questão não menciona portadores sem sintomas.
  • Ligado ao X dominante/recessivo: Afeta preferencialmente um sexo (ex: recessivo no masculino, dominante no feminino). A questão não especifica diferença de sexo, então não se aplica.
  • Ligado ao Y: Afecta apenas machos, o que não ocorre aqui.

Análise

  • A transmissão ocorre de pais afetados para filhos, com igual probabilidade em machos e fêmeas.
  • Essa característica coincide com o autossômico dominante, pois o gene não está ligado ao sexo e cada filho de um pai/a mãe afetado tem 50% de chance de herdar a anomalia.

Conclusão

O modo de herança é autossômico dominante, pois a anomalia afeta ambos os sexos e é transmitida de pais afetados com frequência de 50% por geração.

Alternativa B.

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