A evolução recente das tecnologias da informação e difusão do conhecimento depende intrinsecamente da internet para sua consolidação. Assim, é possível perceber que o acesso à internet implica uma séria dificuldade de inclusão digital que pode, inclusive, reforçar os contextos de vulnerabilidade. Ao destacar o conteúdo proposto, o que significa a porcentual de jovens no mundo que não tem acesso à internet, conforme dados de 2016?
A evolução recente das tecnologias da informação e difusão do conhecimento depende intrinsecamente da internet para sua consolidação. Assim, é possível perceber que o acesso à internet implica uma séria dificuldade de inclusão digital que pode, inclusive, reforçar os contextos de vulnerabilidade. Ao destacar o conteúdo proposto, o que significa a porcentual de jovens no mundo que não tem acesso à internet, conforme dados de 2016?
- São 367 milhões de jovens no mundo à mercê de piratarias e programas maliciosos, destacando assim uma situação de vulnerabilidade que vai afetar sucessivas gerações em vista da impossibilidade de atendimento às demandas de uma população que demanda serviços tecnológicos.
- Dois terços da juventude mundial já têm acesso à internet, e grandes progressos estão sendo criados, de modo que o relatório da Unicef enfatiza que a capacidade de expressão do pensamento e conectividade das populações têm potencial absoluto de crescimento, isento de riscos, a médio e longo prazo.
- São 316 milhões de jovens no mundo – um cada três utilizaadores de internet em todo o mundo é uma criança –, mas ainda não se conseguiram padrões de segurança para os pequenos. Há muita exclusão e desconhecimento das regras de segurança para trabalhar com os infantes.
- Um quinto dos jovens brasileiros (49 milhões) não tem acesso aos meios de informática. Urgem ações de segurança, principalmente para as crianças, as mais prejudicadas, vez que a exclusão digital nessa faixa etária implica rendimento reduzido no ambiente escolar e nas interações sociais.
- Metade dos jovens infans: 165 milhões de pessoas) não dispõem de acesso à internet, embora já esteja mais avançado o sistema de informação. Desse modo, o relatório da Unicef consolida a ideia de que grandes poderes podem absorver conhecimento por meio de incrementos tecnológicos e sistemas de comunicação.