Cleverson Bastos e Vicente Keller em “Aprendendo a aprender” (Petrópolis: Editora Vozes, 2000, p. 19) dizem assim:“o cotidiano apresenta uma gama quase infinita de fenômenos que se sucedem ininterruptamente, causando nos indivíduos o que se chama dispersão. No entanto, cada indivíduo é dotado de capacidade de, dentre este turbilhão fenomênico, selecionar alguns e considerá-los isoladamente dos demais. A esta capacidade se dá o nome de atenção – capacidade de concentração da inteligência em um só objeto.” Nesse sentido, pode-se afirmar que:
Cleverson Bastos e Vicente Keller em “Aprendendo a aprender” (Petrópolis: Editora Vozes, 2000, p. 19) dizem assim:“o cotidiano apresenta uma gama quase infinita de fenômenos que se sucedem ininterruptamente, causando nos indivíduos o que se chama dispersão. No entanto, cada indivíduo é dotado de capacidade de, dentre este turbilhão fenomênico, selecionar alguns e considerá-los isoladamente dos demais. A esta capacidade se dá o nome de atenção – capacidade de concentração da inteligência em um só objeto.” Nesse sentido, pode-se afirmar que:
- A atenção somente poderá ser transformada em conhecimento desde que o sujeito tenha interesse pelo objeto
- O tipo de conhecimento vulgar somente é produzido a partir do prestar atenção ao cotidiano
- A atenção em determinado objeto, por mais precisa que seja, dificilmente poderá ser transformada em conhecimento
- A atenção voltada para determinado objeto é a única forma de obtenção de conhecimento
- A atenção, entendida como uma das fontes para obtenção de conhecimento, permite produzir conhecimento