Geral Múltipla Escolha

Quais são as fases da avaliação e da priorização de riscos?

Quais são as fases da avaliação e da priorização de riscos?

  1. A primeira fase consiste em ordenar os riscos por probabilidade e impacto. A segunda, ordena os riscos em ordem alfabética.
  2. A primeira fase consiste em ordenar os riscos em ordem de quantidade. A segunda, ordena os riscos pelo impacto financeiro gerado.
  3. A primeira fase consiste em identificar os riscos impossíveis de serem tratados. A segunda, identifica os riscos que podem ser tratados.
  4. A primeira fase consiste em ordenar os riscos em ordem alfabética, por nível de impacto – alto, baixo, médio. A segunda, ordena os riscos de acordo com o período de resposta da empresa – imediato, próximo semestre, próximo ano.
  5. A primeira fase consiste em ordenar os riscos por probabilidade e impacto. A segunda, em adicionar aspectos para a avaliação e priorização, como velocidade de propagação do impacto e a sua duração.

Resolução completa

Explicação passo a passo

E
Alternativa E

Alternativa E

Análise Detalhada da Questão

A questão aborda os conceitos fundamentais de Gestão de Riscos, especificamente as etapas de avaliação e priorização. Para responder corretamente, é necessário entender como as metodologias profissionais classificam e tratam ameaças ou oportunidades.

Entendendo o Processo de Gestão de Riscos

O processo padrão de gestão de riscos (como definido pela norma ISO 31000) geralmente segue estas etapas lógicas:

  1. Identificação: Descobrir quais riscos existem.
  2. Análise (Avaliação): Medir a natureza do risco. O ponto chave aqui é avaliar a Probabilidade (chance de acontecer) e o Impacto (consequência se acontecer).
  3. Avaliação (Priorização): Comparar o nível de risco encontrado contra critérios pré-definidos para decidir o que precisa de ação imediata.

Por que a Alternativa E está correta?

A alternativa E descreve com precisão técnica as duas fases mencionadas no enunciado:

  • Fase 1 (Avaliação Inicial): Consiste em ordenar os riscos baseando-se nos dois pilares da análise quantitativa e qualitativa: Probabilidade e Impacto. Isso cria uma matriz de risco básica.
  • Fase 2 (Refinamento da Priorização): Uma vez classificados, os riscos são priorizados considerando variáveis adicionais críticas.
  • Velocidade de propagação: Com que rapidez o risco se concretiza após o gatilho?
  • Duração: Quanto tempo dura o efeito do risco?

Esses fatores adicionais determinam a urgência e a complexidade da resposta necessária, indo além de apenas "probabilidade vs. impacto".

Por que as outras alternativas estão incorretas?

Para evitar confusão, veja os erros nas demais opções:

AlternativaErro Identificado
AOrdenar riscos em ordem alfabética não tem sentido lógico para priorização de negócios ou segurança.
BOrdenar por quantidade não é um critério padrão inicial. O foco deve ser na severidade (probabilidade x impacto).
CSeparar riscos em "impossíveis" e "tratáveis" é uma decisão posterior, feita após a análise detalhada, não a definição das fases de avaliação.
DComeçar com ordem alfabética é incorreto. Além disso, dividir por prazos sem considerar a magnitude do risco primeiro é falho.

Conclusão

Em gestão de riscos, a lógica sempre visa maximizar a eficiência dos recursos focando nos riscos mais críticos. A combinação de Probabilidade, Impacto, Velocidade e Duração é a abordagem mais robusta para garantir que a organização esteja preparada adequadamente.

Portanto, a estrutura descrita na Alternativa E é a única que reflete uma metodologia coerente de avaliação e priorização.

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