No âmbito musical, o silêncio costuma ser compreendido como falta/ausência de som e representado por pausas. Essas pausas são conferidos valores (durações) correspondentes aos valores das notas (semínima & pausa de semínima, mínima & pausa de mínima, colcheia & pausa de colcheia etc.). Mas o que observamos na prática não é a ausência de uma presença, mas a presença de uma ausência: uma ausência que se faz ouvir, que faz diferença, que produz. O intérprete não para de fazer música durante a pausa: ele a vive, a integra em seu discurso musical, assim como o orador integra as pausas, as pontuações e as respirações em seu discurso. O texto aborda uma concepção sobre o silêncio na música, segundo a qual o artista deve:
No âmbito musical, o silêncio costuma ser compreendido como falta/ausência de som e representado por pausas. Essas pausas são conferidos valores (durações) correspondentes aos valores das notas (semínima & pausa de semínima, mínima & pausa de mínima, colcheia & pausa de colcheia etc.).
Mas o que observamos na prática não é a ausência de uma presença, mas a presença de uma ausência: uma ausência que se faz ouvir, que faz diferença, que produz. O intérprete não para de fazer música durante a pausa: ele a vive, a integra em seu discurso musical, assim como o orador integra as pausas, as pontuações e as respirações em seu discurso.
O texto aborda uma concepção sobre o silêncio na música, segundo a qual o artista deve:
- compor peças com ausência de silêncio.
- utilizar o silêncio para inserir vozes na composição.
- ampliar o silêncio nas peças musicais para valorizá-lo.
- aprender a incorporar o silêncio de forma a integrá-lo à música.
- utilizar o silêncio meramente como pausa necessária à música.