Criança, 2 anos, masculino, portador de alergia à proteína do leite de vaca (APLV). Estava em restrição do leite de vaca há 9 meses. Foi realizado um teste de provocação oral (TPO) para avaliar tolerância. Uma hora após a ingestão do leite de vaca, apresentou letargia, palidez, vômitos em jatos, repetitivos e diarreia aquosa. Não apresentou febre. O exame foi então suspenso. Qual das opções abaixo seria a interpretação mais adequada para o TPO e conduta mais adequada?
Criança, 2 anos, masculino, portador de alergia à proteína do leite de vaca (APLV). Estava em restrição do leite de vaca há 9 meses. Foi realizado um teste de provocação oral (TPO) para avaliar tolerância. Uma hora após a ingestão do leite de vaca, apresentou letargia, palidez, vômitos em jatos, repetitivos e diarreia aquosa. Não apresentou febre. O exame foi então suspenso.
Qual das opções abaixo seria a interpretação mais adequada para o TPO e conduta mais adequada?
- O paciente não apresenta mais APLV. Quadro é compatível com virose. E pode-se liberar o leite de vaca da dieta.
- O paciente não apresenta mais APLV. Mas é necessária a realização de prick-test para tomar uma conduta.
- O paciente ainda apresenta APLV na forma mista, e deve continuar com a restrição do leite de vaca da dieta.
- O paciente ainda apresenta APLV da forma não IgE- mediada. Continuar com a restrição do leite de vaca da dieta.