Observe como um poeta e um gramático destacam o uso do pronome átono no início das frases, nos textos a seguir. Pronominais Dê-me um cigarro Diz a gramática Do professor e do aluno E do mulato sabido Mas o bom negro e o bom branco Da Nação Brasileira Dizem todos os dias Deixa disso camarada Me dá um cigarro. (ANDRADE, Oswald de. Seleção de textos. São Paulo: Nova Cultural, 1988.) "Iniciar a frase com pronome átono só é lícito na conversação familiar, despreocupada, ou na língua escrita quando se deseja reproduzir a fala dos personagens (...)”. (CEGALLA. Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. São Paulo: Nacional, 1980.) Comparando a explicação dada pelos dois estudiosos da língua sobre essa regra, pode-se afirmar que ambos:
Observe como um poeta e um gramático destacam o uso do pronome átono no início das frases, nos textos a seguir.
Pronominais
Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro.
(ANDRADE, Oswald de. Seleção de textos. São Paulo: Nova Cultural, 1988.)
"Iniciar a frase com pronome átono só é lícito na conversação familiar, despreocupada, ou na língua escrita quando se deseja reproduzir a fala dos personagens (...)”.
(CEGALLA. Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. São Paulo: Nacional, 1980.)
Comparando a explicação dada pelos dois estudiosos da língua sobre essa regra, pode-se afirmar que ambos:
- relativizam essa regra gramatical.
- criticam a presença de regras na gramática.
- afirmam que não há regras para uso de pronomes.
- acreditam que apenas os esclarecidos sabem essa regra.
- condenam essa regra gramatical.