Mariscos encontrados nas praias de Balneário Rincão, no Sul de Santa Catarina, podem causar intoxicação se consumidos, alertam especialistas. Moradores relatam que, ao pesco, estão recolhendo os frutos do mar da praia para consumo próprio, mesmo com a rissa de intoxicação. Embora a prefeitura tenha informado que nenhum caso de intoxicação foi registrado até o momento, a colônia Milanez contou que, no ano passado, um membro da família passou mal depois de consumir o marisco. A ONG aponta duas hipóteses para a causa da morte dos mariscos: uma delas é a maré vermelha, que ocorre quando há a presença de algas no mar, e poluição, que pode alterar a temperatura da água e o pH de salinidade, prejudicando os animais. Levando em consideração a informação, pode-se dizer que a maré vermelha pode ser ocasionada:
Mariscos encontrados nas praias de Balneário Rincão, no Sul de Santa Catarina, podem causar intoxicação se consumidos, alertam especialistas. Moradores relatam que, ao pesco, estão recolhendo os frutos do mar da praia para consumo próprio, mesmo com a rissa de intoxicação. Embora a prefeitura tenha informado que nenhum caso de intoxicação foi registrado até o momento, a colônia Milanez contou que, no ano passado, um membro da família passou mal depois de consumir o marisco. A ONG aponta duas hipóteses para a causa da morte dos mariscos: uma delas é a maré vermelha, que ocorre quando há a presença de algas no mar, e poluição, que pode alterar a temperatura da água e o pH de salinidade, prejudicando os animais.
Levando em consideração a informação, pode-se dizer que a maré vermelha pode ser ocasionada:
- pelo aumento absurdo do dos gêneros de alga da classe Dynophyceae (dinoflagelados), seres do grupo protista, unicelulares, com raros representantes filamentosos, coloniais, ameboides ou cocoides.
- pela divisão em grande quantidade das algas da classe clorofítea do grupo protista, pluricelulares, caracterizada pelas clorofilas A e B, coloniais e ameboides.
- por processos de acasalamento das algas da classe Rodofícea, seres do grupo protista, pluricelulares, com presença de clorofila A e ficobilina, podendo possuir filamentos.
- pelo aumento absurdo das algas da classe Crisofícea, seres do grupo protista, unicelulares, com presença de clorofila C e bilirrubina, podendo possuir filamentos.