John Locke, o filósofo contratualista que dissemina o liberalismo econômico, em sua obra Segundo tratado sobre o governo, argumenta que os direitos naturais à vida, à liberdade e à propriedade derivam da própria condição humana e não dependem de concessões estatais. Segundo Locke, o contrato social é a base para a organização política, na qual indivíduos renunciam a parte de sua liberdade em troca da proteção dos direitos fundamentais. Essa visão influenciou as “três declarações”, como a Declaração de Independência dos Estados Unidos (1776), a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (1789) e a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), e moldou a concepção de direitos no pensamento liberal (Locke, 2018). Como o pensamento de Locke sobre os direitos naturais influencia a estruturação do Estado e sua relação com os cidadãos?
John Locke, o filósofo contratualista que dissemina o liberalismo econômico, em sua obra Segundo tratado sobre o governo, argumenta que os direitos naturais à vida, à liberdade e à propriedade derivam da própria condição humana e não dependem de concessões estatais. Segundo Locke, o contrato social é a base para a organização política, na qual indivíduos renunciam a parte de sua liberdade em troca da proteção dos direitos fundamentais. Essa visão influenciou as “três declarações”, como a Declaração de Independência dos Estados Unidos (1776), a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (1789) e a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), e moldou a concepção de direitos no pensamento liberal (Locke, 2018). Como o pensamento de Locke sobre os direitos naturais influencia a estruturação do Estado e sua relação com os cidadãos?
- Locke argumenta que o contrato social serve para proteger os direitos naturais, que já existem antes de qualquer governo.
- A propriedade, para Locke, é apenas uma consequência das normas legais instituídas pelos Estados modernos.
- Locke defende que os direitos à vida, à liberdade e à propriedade são inalienáveis e independem de consentimento social.
- A teoria de Locke pressupõe que o Estado tem o dever de garantir não só direitos naturais, mas também culturais e sociais.
- Para Locke, o contrato social não abrange a proteção da propriedade, mas, sim, a manutenção da ordem pública.