A expansão da fronteira agropecuária nos municípios de Boca do Acre, Lábrea e Humaitá, no interior do estado do Amazonas, tem colocado em risco a economia e as práticas de subsistência das populações ribeirinhas que vivem às margens dos rios Purus e Madeira, como a pesca artesanal, a agricultura de várzea (praticada à beira dos rios) e o extrativismo de açaí, cacau e castanha. [...] 'Uma das coisas que temos observado é que essas comunidades parecem ser invisíveis aos olhos do poder público, que tende a considerar a agropecuária o motor do desenvolvimento econômico da região.' Com base no trecho do artigo sobre a realidade das populações ribeirinhas, assinale a opção revelada sobre a expansão da fronteira agrícola no Brasil:
A expansão da fronteira agropecuária nos municípios de Boca do Acre, Lábrea e Humaitá, no interior do estado do Amazonas, tem colocado em risco a economia e as práticas de subsistência das populações ribeirinhas que vivem às margens dos rios Purus e Madeira, como a pesca artesanal, a agricultura de várzea (praticada à beira dos rios) e o extrativismo de açaí, cacau e castanha. [...] 'Uma das coisas que temos observado é que essas comunidades parecem ser invisíveis aos olhos do poder público, que tende a considerar a agropecuária o motor do desenvolvimento econômico da região.' Com base no trecho do artigo sobre a realidade das populações ribeirinhas, assinale a opção revelada sobre a expansão da fronteira agrícola no Brasil:
- A integração harmônica das cadeias produtivas globais com as práticas de agricultura de várzea e a pesca artesanal, garantindo a sustentabilidade regional.
- A transformação das populações ribeirinhas em principais gestores do agronegócio regional, unificando o extrativismo de castanha com a produção de grãos em larga escala.
- O fortalecimento da soberania alimentar das comunidades do Purus e Madeira através da introdução de tecnologias de ponta trazidas pelos grandes proprietários de terras.
- A ausência de conflitos territoriais, uma vez que a expansão da fronteira ocorre prioritariamente em "vazios demográficos" onde não há ocupação humana prévia.
- A priorização de um modelo de desenvolvimento pautado na monocultura e na pecuária extensiva, que desconsidera as lógicas de reprodução social e econômica de grupos tradicionais locais.