Adolescente de 17 anos comparece à Unidade Básica de Saúde acompanhada pela mãe, que está preocupada com o comportamento alimentar da filha. A jovem relata que, há cerca de 8 meses, apresenta episódios recorrentes nos quais ingere grande quantidade de alimentos em curto período, com sensação de não conseguir parar de comer, seguidos de indução de vômitos por sentir culpada e com medo intenso de engordar. Nega uso de laxantes ou diuréticos. Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, hidratada, com IMC de 21,5 kg/m², pressão arterial de 110 x 70 mmHg e frequência cardíaca de 72 bpm; observam-se calosidades no dorso da mão direita e erosões no esmalte dentário. Exames laboratoriais, incluindo eletrólitos, sem alterações. Qual é a conduta terapêutica inicial mais adequada?
Adolescente de 17 anos comparece à Unidade Básica de Saúde acompanhada pela mãe, que está preocupada com o comportamento alimentar da filha. A jovem relata que, há cerca de 8 meses, apresenta episódios recorrentes nos quais ingere grande quantidade de alimentos em curto período, com sensação de não conseguir parar de comer, seguidos de indução de vômitos por sentir culpada e com medo intenso de engordar. Nega uso de laxantes ou diuréticos. Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, hidratada, com IMC de 21,5 kg/m², pressão arterial de 110 x 70 mmHg e frequência cardíaca de 72 bpm; observam-se calosidades no dorso da mão direita e erosões no esmalte dentário. Exames laboratoriais, incluindo eletrólitos, sem alterações. Qual é a conduta terapêutica inicial mais adequada?
- Encaminhar para internação hospitalar para estabilização clínica e realimentação monitorada.
- Iniciar psicoterapia cognitivo-comportamental associada à fluoxetina.
- Iniciar lisdexanfetamina associada à psicoterapia cognitivo-comportamental.
- Iniciar bupropiona para reduzir a frequência dos episódios de compulsão.