Menino de 4 anos é levado pela mãe à Unidade Básica de Saúde com febre alta há 4 dias, tosse seca, coriza e olhos avermelhados com lacrimejamento. Há cerca de 24 horas, surgiu exantema maculopapular que iniciou na região retroauricular e na face, com progressão para o tronco. Ao exame da cavidade oral, observam-se pequenas manchas esbranquiçadas com halo eritematoso na mucosa jugal. A mãe relata que a criança não recebeu a segunda dose da vacina tríplice viral e que, na creche, uma colega apresentou quadro semelhante na semana anterior. Diante da principal hipótese diagnóstica, cabe à equipe da UBS:
Menino de 4 anos é levado pela mãe à Unidade Básica de Saúde com febre alta há 4 dias, tosse seca, coriza e olhos avermelhados com lacrimejamento. Há cerca de 24 horas, surgiu exantema maculopapular que iniciou na região retroauricular e na face, com progressão para o tronco. Ao exame da cavidade oral, observam-se pequenas manchas esbranquiçadas com halo eritematoso na mucosa jugal. A mãe relata que a criança não recebeu a segunda dose da vacina tríplice viral e que, na creche, uma colega apresentou quadro semelhante na semana anterior. Diante da principal hipótese diagnóstica, cabe à equipe da UBS:
- notificar o caso de forma semanal no sistema de informação, por se tratar de doença exantemática de baixa letalidade, e aguardar a confirmação sorológica antes de iniciar medidas de bloqueio.
- realizar apenas o manejo sintomático e notificar somente se houver confirmação laboratorial por sorologia ou identificação viral, pois a suspeita clínica isolada não enseja notificação.
- notificar o caso em até 24 horas às vigilâncias municipal, estadual e federal e desencadear a investigação epidemiológica com bloqueio vacinal dos contatos suscetíveis.
- encaminhar a criança ao serviço de referência em infectologia para confirmação diagnóstica e deixar a notificação a cargo da unidade hospitalar que firmar o diagnóstico.