Uma mulher de 32 anos, primigesta, com pré-natal de baixo risco, é admitida na maternidade em trabalho de parto à termo. Após parto vaginal sem intercorrências, evolui no terceiro dia do puerpério com sangramento vaginal volumoso por atonia uterina, choque hipovolêmico e óbito, apesar das medidas de reanimação. De acordo com as definições do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde, como esse óbito deve ser classificado e considerado nos indicadores?
Uma mulher de 32 anos, primigesta, com pré-natal de baixo risco, é admitida na maternidade em trabalho de parto à termo. Após parto vaginal sem intercorrências, evolui no terceiro dia do puerpério com sangramento vaginal volumoso por atonia uterina, choque hipovolêmico e óbito, apesar das medidas de reanimação. De acordo com as definições do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde, como esse óbito deve ser classificado e considerado nos indicadores?
- Morte materna obstétrica direta, computada no numerador da Razão de Mortalidade Materna.
- Morte materna obstétrica indireta, por se tratar de condição agravada pelas alterações fisiológicas da gestação.
- Morte materna tardia, não integrando o cálculo padrão da Razão de Mortalidade Materna.
- Morte não obstétrica, de causa incidental, sendo excluída do cálculo da Razão de Mortalidade Materna.