Adolescente de 14 anos comparece à Unidade Básica de Saúde para consulta de acompanhamento com seu médico de família. Aos 9 anos, recebeu diagnóstico de febre reumática, com poliartrite migratória, febre e cardite, evoluindo com insuficiência mitral leve documentada em ecocardiograma e persistente nas reavaliações dos anos seguintes. Desde então, faz uso regular de penicilina G benzatina intramuscular como profilaxia secundária e não apresentou novos surtos. A consulta aguarda até quando o filho precisará manter as aplicações. O paciente não tem outras comorbidades, está assintomático, e a ausculta evidencia sopro sistólico em foco mitral 2+/$6$, sem outras alterações. Considerando a presença de cardite prévia com lesão valvar residual, qual é a conduta adequada quanto à profilaxia secundária?
Adolescente de 14 anos comparece à Unidade Básica de Saúde para consulta de acompanhamento com seu médico de família. Aos 9 anos, recebeu diagnóstico de febre reumática, com poliartrite migratória, febre e cardite, evoluindo com insuficiência mitral leve documentada em ecocardiograma e persistente nas reavaliações dos anos seguintes. Desde então, faz uso regular de penicilina G benzatina intramuscular como profilaxia secundária e não apresentou novos surtos. A consulta aguarda até quando o filho precisará manter as aplicações. O paciente não tem outras comorbidades, está assintomático, e a ausculta evidencia sopro sistólico em foco mitral 2+/$6$, sem outras alterações. Considerando a presença de cardite prévia com lesão valvar residual, qual é a conduta adequada quanto à profilaxia secundária?
- Suspender a profilaxia, uma vez que o paciente completou mais de três anos sem recorrências e mantém boa capacidade funcional.
- Substituir penicilina G benzatina por amoxicilina por via oral diária, mantida por mais dez anos a partir do surto inicial.
- Manter penicilina G benzatina intramuscular a cada 21 dias, no mínimo até os 40 anos de idade, podendo ser por toda a vida.
- Manter penicilina G benzatina intramuscular a cada 21 dias até completar 21 anos de idade ou cinco anos após o último surto.