Mulher de 24 anos, residente em comunidade rural de difícil acesso, procura a equipe de saúde da família após cerca de 7 semanas do surgimento de uma lesão na vulva, que vem aumentando de forma lenta e progressiva, sangra ao mínimo contato e não causa dor. Relata vida sexual ativa, com uso irregular de preservativo. Nega febre, emagrecimento ou outras queixas sistêmicas. Ao exame, observa-se a lesão: Úlcera única em grande lábio direito, indolor, de fundo granuloso e exuberante, de coloração vermelho-vivo (aspecto de 'carne viva'), friável, que sangra facilmente ao toque, com bordas irregulares e discretamente elevadas. Os testes rápidos para sífilis e HIV foram não reagentes. Considerando a principal hipótese diagnóstica, a conduta terapêutica mais adequada nesse contexto é:
Mulher de 24 anos, residente em comunidade rural de difícil acesso, procura a equipe de saúde da família após cerca de 7 semanas do surgimento de uma lesão na vulva, que vem aumentando de forma lenta e progressiva, sangra ao mínimo contato e não causa dor. Relata vida sexual ativa, com uso irregular de preservativo. Nega febre, emagrecimento ou outras queixas sistêmicas. Ao exame, observa-se a lesão: Úlcera única em grande lábio direito, indolor, de fundo granuloso e exuberante, de coloração vermelho-vivo (aspecto de 'carne viva'), friável, que sangra facilmente ao toque, com bordas irregulares e discretamente elevadas. Os testes rápidos para sífilis e HIV foram não reagentes. Considerando a principal hipótese diagnóstica, a conduta terapêutica mais adequada nesse contexto é:
- Azitromicina 1 g, via oral, em dose única.
- Azitromicina 1 g, via oral, uma vez por semana, por no mínimo 3 semanas ou até a cicatrização das lesões.
- Aciclovir 400 mg, via oral, de 8 em 8 horas, por 7 a 10 dias.
- Benzilpenicilina benzatina 2,4 milhões de unidades, intramuscular, em dose única.