Português — Interpretação Múltipla Escolha

No texto de Ruy Castro é apresentado diferenças entre o português brasileiro e o de Portugal, essas diferenças são

No texto de Ruy Castro é apresentado diferenças entre o português brasileiro e o de Portugal, essas diferenças são

  1. na fonologia.
  2. no uso do léxico.
  3. no grau de formalidade.
  4. na organização sintática.
  5. na estruturação morfológica.

Resolução completa

Explicação passo a passo

B
Alternativa B

Alternativa B - No uso do léxico

Introdução

A questão apresenta um conto humorístico de Ruy Castro que ilustra as variações linguísticas entre o português do Brasil e o de Portugal. O foco principal do texto reside na dificuldade de comunicação causada pelo uso de termos específicos de cada variante.

Desenvolvimento

Para identificar o tipo de diferença apresentada, precisamos analisar onde ocorre o mal-entendido no texto:

  • O Problema: O narrador pede para chamar alguém para "consertar a descarga da privada".
  • A Confusão: A secretária portuguesa não entende imediatamente o pedido ou interpreta mal devido ao contexto cultural.
  • A Solução: Um colega brasileiro, que já vivia em Lisboa, explica que em Portugal se usa o termo "autoclismo" para o mecanismo da descarga e "retrete" para o vaso sanitário.
  • O Resultado: Ao usar os termos locais ("reparar o autoclismo da retrete"), a mensagem foi compreendida corretamente.

Essa troca de palavras para designar o mesmo objeto (o sistema de água sanitária) caracteriza uma diferença léxica (vocabular).

Analise

Vamos examinar as alternativas apresentadas:

AlternativaConceitoAplicabilidade ao Texto
AFonologia (sons)Incorreta. Não há discussão sobre pronúncia ou sotaque.
BLéxico (vocabulário)Correta. O texto foca no uso de palavras diferentes (autoclismo, retrete, canalizador) para uma mesma realidade.
CGrau de formalidadeIncorreta. Embora haja um tom informal, a diferença crucial não é o registro, mas o significado das palavras.
DOrganização sintáticaIncorreta. A estrutura das frases não é o foco da confusão.
EEstruturação morfológicaIncorreta. Não se trata da formação interna das palavras (sufixos/prefixos).

Conclusão

O texto demonstra como duas culturas lusófonas podem utilizar vocábulos distintos para referir-se ao mesmo objeto cotidiano. Portanto, as diferenças apontadas são de natureza léxica.

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