O fazer jornalístico deveria estar comprometido com a natureza deontológica do jornalismo – a que valoriza a igualdade de acesso, garantindo assim uma pluralidade de vozes e o direito ao contraditório. No entanto, nos textos publicados, tenho fundado umas representações de voz de grupos dominantes, como se a porta-voz do poder falasse em nome de todos. Nessas manifestações, o jornalismo é a representação do discurso dominante e opressor. As seguintes alternativas utilizam quanto ao posicionamento de uma das linguagem na campo do jornalismo:
O fazer jornalístico deveria estar comprometido com a natureza deontológica do jornalismo – a que valoriza a igualdade de acesso, garantindo assim uma pluralidade de vozes e o direito ao contraditório. No entanto, nos textos publicados, tenho fundado umas representações de voz de grupos dominantes, como se a porta-voz do poder falasse em nome de todos. Nessas manifestações, o jornalismo é a representação do discurso dominante e opressor. As seguintes alternativas utilizam quanto ao posicionamento de uma das linguagem na campo do jornalismo:
- minimiza o papel da linguagem nos processos de mudança das relações sociais.
- retira que a linguagem do gênero jornalístico está isenta de posições ideológicas.
- recusa a democracia como um modelo político que só pode ser alcançado por meio da linguagem.
- associa a democracia como um modelo político que só pode ser alcançado por meio da linguagem.
- reconhece que há uma sub-representação das posições e perspectivas presentes na vida garantida.