Quem disse que a democracia era eterna? Ninguém. Mas palpita ainda no coração do homem civilizado a crença de que essa forma de governo não terá fim nos atos do tempo. Ninguém sabe como será o futuro dessa experiência – para Runciman, a democracia vive a crise da meia-idade. Resta saber se essa crise destrói o casamento ou o torna mais forte. É uma boa metáfora. Que convida a outra: o casamento só irá sobreviver se a maioria conseguir redescobrir, com novos olhos, as virtudes que permanecem no lar. No texto, para convencer o leitor a respeito do momento de instabilidade pelo qual passa o atual modelo de governo, o autor utiliza como processo persuasivo a
Quem disse que a democracia era eterna? Ninguém. Mas palpita ainda no coração do homem civilizado a crença de que essa forma de governo não terá fim nos atos do tempo. Ninguém sabe como será o futuro dessa experiência – para Runciman, a democracia vive a crise da meia-idade. Resta saber se essa crise destrói o casamento ou o torna mais forte. É uma boa metáfora. Que convida a outra: o casamento só irá sobreviver se a maioria conseguir redescobrir, com novos olhos, as virtudes que permanecem no lar.
No texto, para convencer o leitor a respeito do momento de instabilidade pelo qual passa o atual modelo de governo, o autor utiliza como processo persuasivo a
- citação de dados estatísticos para comprovar a iminente falência do sistema político.
- construção de analogias com as dinâmicas e os conflitos de um relacionamento conjugal.
- oposição entre o comportamento do homem civilizado e a irracionalidade da população.
- enumeração de fatos históricos que atestam a estabilidade longevidade dessa forma de governo.
- intimidação por meio de previsões catastróficas sobre o futuro da sociedade de viés democrático.