Administração Múltipla Escolha

Leia atentamente o mini-caso com nomes de empresas fictícios apresentado a seguir: A cadeia de lojas Loja da Casa constituem uma das maiores lojas de seu segmento no Brasil. Seu modelo de negócio nas lojas físicas, através de crediários e compras parceladas no crediário, atendeu a necessidade de um público específico que foi educado com tal método de compra. O crediário, com pagamento nas próprias Loja da Casa, faz com que os clientes visitem a loja ao menos uma vez por mês para pagar uma prestação e, ao fazer isto, cruza toda a loja e é impactado por inúmeras novas possibilidades de compras e abordado por vendedores preparados para as novas vendas. Embora seja uma gigante, a empresa aderiu ao e-commerce somente em 2009. Apenas para se ter uma ideia, veja alguns dos demais players do mercado: a Lar Doce Lar Store foi pioneira e iniciou as vendas virtuais ainda em 1992; as Lojas Casa da Família entraram no comércio eletrônico em 2007; e o Eletro & Amor aderiu a este método de vendas em 2008. Mesmo tendo inaugurado as vendas pela internet apenas em 2009, este foi um projeto que levou anos para ser elaborado, instituído e, por fim, colocado em prática pela Loja da Casa. Agora, considerando e analisando as informações disponíveis no caso supracitado e resgatando os conteúdos estudados no texto base, leia as alternativas a seguir e assinale a que estiver correta.

Leia atentamente o mini-caso com nomes de empresas fictícios apresentado a seguir:

A cadeia de lojas Loja da Casa constituem uma das maiores lojas de seu segmento no Brasil. Seu modelo de negócio nas lojas físicas, através de crediários e compras parceladas no crediário, atendeu a necessidade de um público específico que foi educado com tal método de compra. O crediário, com pagamento nas próprias Loja da Casa, faz com que os clientes visitem a loja ao menos uma vez por mês para pagar uma prestação e, ao fazer isto, cruza toda a loja e é impactado por inúmeras novas possibilidades de compras e abordado por vendedores preparados para as novas vendas.

Embora seja uma gigante, a empresa aderiu ao e-commerce somente em 2009. Apenas para se ter uma ideia, veja alguns dos demais players do mercado: a Lar Doce Lar Store foi pioneira e iniciou as vendas virtuais ainda em 1992; as Lojas Casa da Família entraram no comércio eletrônico em 2007; e o Eletro & Amor aderiu a este método de vendas em 2008.

Mesmo tendo inaugurado as vendas pela internet apenas em 2009, este foi um projeto que levou anos para ser elaborado, instituído e, por fim, colocado em prática pela Loja da Casa.

Agora, considerando e analisando as informações disponíveis no caso supracitado e resgatando os conteúdos estudados no texto base, leia as alternativas a seguir e assinale a que estiver correta.

  1. As lojas Loja da Casa comercializam móveis, eletrodomésticos e afins. Contudo, as vendas por crediário são realmente o negócio da empresa e este comportamento de compra destoa do consumidor virtual. Por isso, o receio na abertura das vendas pela internet. Esse pode ser considerado um receio de algumas lojas físicas em entrarem no e-commerce.
  2. A Loja da Casa deveria ter lançado as vendas on-line anteriormente, pois a estrutura física da empresa já possibilitava as vendas pela internet. Este delay para a abertura das vendas digitais se mostra como um erro estratégico.
  3. Produtos disponibilizados em lojas físicas podem ser ofertados de igual maneira no ambiente virtual, para os mesmos clientes. Por isso o ingresso da Loja da Casa no e-commerce em 2009.
  4. O início das vendas virtuais apenas em 2009 reflete uma preocupação com o cliente e a busca por sua satisfação, uma vez que a esfera virtual não permite um tratamento adequado como a venda física.
  5. A gigante Loja da Casa demonstrou um comportamento amador e de principiante ao refutar as vendas on-line antes de seus concorrentes.

Resolução completa

Explicação passo a passo

A
Alternativa A

Alternativa A

Análise do caso e alternativas:

O mini-caso destaca que a Loja da Casa tem um modelo baseado em vendas por crediário nas lojas físicas, que atraem um público específico acostumado a tal método. Ao visitar a loja mensalmente para pagar prestações, os clientes são expostos a novas compras, o que alimenta o fluxo de vendas nas lojas físicas.

  • Opção A: Menciona que as vendas por crediário são o "negócio da empresa" e que o comportamento de compra do consumidor virtual (assumido como diferente) pode ter causado receio de adentrar no e-commerce. Embora o texto não use a palavra "receio", a demora no desenvolvimento do projeto de e-commerce (levando anos) pode ser interpretada como uma preocupação com essa transição, o que se alinha à ideia de "receio de algumas lojas físicas".
  • Opção B: Assume que a estrutura física permitia vendas online e que o atraso foi um "erro estratégico". O texto não menciona a viabilidade técnica da transição ou classifica o atraso como um erro.
  • Opção C: Afirma que os produtos são ofertados de forma idêntica online. O caso não especifica que os produtos ou a oferta foram os mesmos, apenas que o e-commerce foi lançado.
  • Opção D: Relaciona o atraso a "preocupação com a satisfação do cliente" e que a venda virtual não permite "tratamento adequado". O texto não menciona satisfação ou diferença no tratamento entre canais.
  • Opção E: Acusa a empresa de "comportamento amador" por refutar vendas online. O caso não afirma que a empresa "refutou" vendas online, apenas que iniciou em 2009, após concorrentes.

Conclusão: A única alternativa sustentada pelas informações é a A, mesmo que "receio" não seja explicitado, pois a demora no e-commerce e a natureza do modelo baseado em lojas físicas apontam para uma transição complicada.

Alternativa A.

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