Lourdes quer aproveitar a queda das ações na Bolsa e procura o especialista César para perguntar qual título pode resgatar para rebalancear a carteira, com menor impacto tributário e maior proteção. Ela quer aumentar a parcela de ações de 20% para 50% da carteira. Hoje, tem 10% de CRA indexado ao CDI, 20% em Tesouro Prefixado 2028, 20% em Tesouro IPCA+ 2029 e 20% em Tesouro Selic 2031, comprados há mais de 720 dias. César orienta:
Lourdes quer aproveitar a queda das ações na Bolsa e procura o especialista César para perguntar qual título pode resgatar para rebalancear a carteira, com menor impacto tributário e maior proteção. Ela quer aumentar a parcela de ações de 20% para 50% da carteira. Hoje, tem 10% de CRA indexado ao CDI, 20% em Tesouro Prefixado 2028, 20% em Tesouro IPCA+ 2029 e 20% em Tesouro Selic 2031, comprados há mais de 720 dias. César orienta:
- resgatar o CRA, pois sua rentabilidade acompanhando o CDI e ele possui liquidez no mercado secundário, ainda que com possibilidade de maior tributação e algum desconto na venda.
- resgatar o Tesouro IPCA+ 2029, pois sua marcação a mercado pode beneficiar o investidor com valorização futura, além de garantir proteção inflacionária para reinvestimentos.
- resgatar parte do Tesouro Selic 2031, pois ele é o título com menor volatilidade e tende a se valorizar em momentos de incerteza, sendo mais fácil de negociar a qualquer momento.
- resgatar o Tesouro Prefixado, pois é mais sensível à elevação dos juros e tem menor proteção contra inflação no cenário esperado, sofrendo menor efeito de IR e equivalendo aos 20%.