Renato e Márcia são casados e montaram uma carteira para custear a faculdade de seus dois filhos (de 10 e 12 anos) e formar uma reserva para emergências médicas. Profissionais autônomos, eles têm patrimônio de R$ 500 mil (60% renda variável e 40% renda fixa, com metade disto em crédito privado), e estão preocupados com a recente queda das ações e FIIs. Como precisarão utilizar parte do recurso em 5 anos, para a faculdade do filho, a melhor recomendação de rebalanceamento para reduzir riscos e garantir liquidez seria:
Renato e Márcia são casados e montaram uma carteira para custear a faculdade de seus dois filhos (de 10 e 12 anos) e formar uma reserva para emergências médicas. Profissionais autônomos, eles têm patrimônio de R$ 500 mil (60% renda variável e 40% renda fixa, com metade disto em crédito privado), e estão preocupados com a recente queda das ações e FIIs. Como precisarão utilizar parte do recurso em 5 anos, para a faculdade do filho, a melhor recomendação de rebalanceamento para reduzir riscos e garantir liquidez seria:
- reduzir significativamente a exposição à renda variável, substituindo ações e FIIs mal selecionados por Tesouro Educa+ e títulos bancários protegidos pelo FGC com vencimentos a partir de 5 anos, além de formar uma reserva de emergência com liquidez imediata.
- manter os títulos privados de crédito, pois não têm liquidez e não é possível avaliar custos de resgate, mas realocar a renda variável integralmente em fundos multimercados agressivos, pois têm gestão profissional e podem tentar recuperar rapidamente as perdas recentes.
- realocar apenas a parte em renda variável para fundos imobiliários com bom histórico de dividendos, pois, mesmo sem ter um montante alocado em liquidez imediata para suas emergências, esses fundos geram uma renda passiva mensal e são menos arriscados que ações.
- transferir integralmente a renda fixa existente para previdência privada do tipo PGBL para aproveitar benefícios fiscais imediatos, mantendo ações e FIIs para buscar valorização de longo prazo apesar do recente mau desempenho, pois em 5 anos podem recuperar seu valor.