Em uma UBS com alta demanda de sofrimento psíquico leve e moderado, a psicóloga percebe que a maioria dos casos poderia ser manejada pela própria equipe com orientação adequada. Ela propõe então um formato de trabalho colaborativo com os demais profissionais em vez de assumir todos os atendimentos individualmente. Essa forma de atuação é chamada de:
Em uma UBS com alta demanda de sofrimento psíquico leve e moderado, a psicóloga percebe que a maioria dos casos poderia ser manejada pela própria equipe com orientação adequada. Ela propõe então um formato de trabalho colaborativo com os demais profissionais em vez de assumir todos os atendimentos individualmente. Essa forma de atuação é chamada de:
- Referência e contrarreferência, fluxo de encaminhamento entre níveis de atenção que transfere a responsabilidade pelo caso ao CAPS ou ao serviço especializado de saúde mental.
- Matriciamento, estratégia por meio da qual a psicóloga capacita a equipe para o manejo compartilhado do sofrimento psíquico leve e moderado, ampliando a capacidade de resposta da APS sem substituir o trabalho dos demais profissionais.
- Supervisão clínica individual, modalidade de acompanhamento profissional na qual a psicóloga avalia periodicamente o desempenho de cada membro da equipe nas consultas de saúde mental.
- Interconsulta hospitalar, modelo de colaboração clínica no qual o especialista avalia pacientes internados e emite parecer escrito para o médico assistente responsável pelo caso.
- Encaminhamento especializado, estratégia na qual a psicóloga direciona todos os usuários com sofrimento psíquico para atendimento individual em serviço de saúde mental, mantendo a equipe da UBS apenas como responsável pelo registro e acompanhamento burocrático do caso.